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História das prisões no Brasil

R$ 120,00

Organizados por Clarissa Nunes Maia, Flávio de Sá Neto, Marcos Costa e Marcos Luiz Bretas, os dois volumes de Histórias das prisões no Brasil trazem uma inédita contribuição da academia para a reflexão sobre um tema espinhoso desde os tempos coloniais: o cárcere e o sistema prisional brasileiro. Reunindo, pela primeira vez, pesquisas originais e trabalhos monográficos produzidos em universidades de todo o país, a obra recupera os sentidos históricos da prisão no Brasil e enriquece o atual debate sobre violência e segurança pública. Ao tratar da detenção como um produto social, construído e reconstruído ao longo da história, os pesquisadores incluídos nesta coletânea provam que conhecer a prisão é compreender uma parte significativa dos sistemas normativos da sociedade brasileira ao longo dos últimos séculos. Comparando o sistema carcerário nas diferentes regiões do país e apontando suas diferenças e semelhanças, jovens historiadores e renomados estudiosos produzem um conjunto heterogêneo de reflexões sobre as formas de controle social na história do Brasil. Inaugurando o volume I, o ensaio de Carlos Aguirre analisa as relações entre a história das prisões e a evolução das sociedades latino-americanas no período de 1800 até 1840, observando como as conexões entre Estado e sociedade produzem regimes carcerários. Em seguida, Gizlene Neder chama a atenção para uma curiosa mistura entre cultura jurídica e cultura religiosa nos debates parlamentares que acompanharam a aprovação do Código Criminal do Império (1830) e do Código Penal republicano (1890).

Autor: Clarissa Nunes Maia

House of Serpents – Book 2: Viper’s Kiss – Forgotten Realms

R$ 300,00

Livro em bom estado de conservação. Pequena marca de dobra na lombada, páginas amareladas, mas nada que atrapalhe o leitor.

Levante-se e mate primeiro

R$ 150,00

Em Levante-se e mate primeiro, Ronen Bergman traça os arrebatadores eventos e as espinhosas questões éticas subjacentes à campanha de assassinatos seletivos de Israel, que modelou a nação israelense, o Oriente Médio e boa parte do mundo.

O Talmude diz: “Se alguém vier matá-lo, levante-se e mate-o primeiro.” Esse instinto de tomar decisões, mesmo as mais agressivas, para defender o povo judeu está contido no DNA de Israel. Desde a fundação do Estado, em 1948, proteger a nação tem sido responsabilidade de sua comunidade de inteligência e de suas Forças Armadas. Em seu vasto arsenal, há uma arma na qual se apoiaram para evitar as ameaças mais sérias: assassinatos seletivos foram usados incontáveis vezes, contra inimigos grandes e pequenos, às vezes em resposta a ataques contra o povo israelense e às vezes preventivamente. Em Levante-se e mate primeiro, o jornalista e analista militar Ronen Bergman oferece um instigante relato sobre os programas de assassinato seletivo ― seus sucessos, suas falhas e o preço moral e político cobrado dos homens e mulheres que aprovaram e cumpriram as missões.

Autor: Ronen Bergman

Medieval Epics and sagas (Capa dura, em Inglês)

R$ 150,00

Descrição: Livro em bom estado de conservação. Manchas amareladas em algumas páginas, mas nada que atrapalhe o leitor. Editora: Borders

Mighty Blade – Manual Básico

R$ 100,00

Espada e Magia!
Mighty Blade RPG é um sistema simples, rápido e intuitivo! Pegue alguns dados e boa aventura!

Autor: Tiago Junges

O curto verão da anarquia

R$ 60,00

Nesta espécie de romance-reportagem, Hans Magnus Enzensberger parte do pressuposto de que não é possível ter uma visão unilateral da história e de que ela é, na verdade, uma "ficção coletiva". Entre a pesquisa histórica e a ficção, o texto teórico eo romance, O curto verão da anarquia conta a história da Guerra Civil Espanhola e faz um inusitado estudo biográfico do anarquista Buenaventura Durruti, uma das mais singulares personalidades do conflito. Constituído de entrevistas, panfletos, discursos, artigos de revistas e jornais - enfim, de narrativas esparsas e até mesmo contraditórias - o livro ultrapassa, apesar disso, a mera compilação e se transforma numa leitura absolutamente envolvente. Emprestando unidade a esse todo à primeira vista disforme, Enzensberger reaviva a tradição da grande narrativa épica, procedimento que se torna claro no desenlace do "romance", que é dedicado à morte do legendário anarquista. Tanto a versão dos fascistas como a dos social-democratas, dos comunistas e dos anarquistas são, em princípio, verossímeis. Por qual delas optar? A visão poética e múltipla que Enzensberger tem de Buenaventura Durruti é a chave para este livro político.

Autor: Hans Magnus Enzensberger